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Prestando MP

Coluna “Prestando MP”
Por Fernanda Riviera
prestandomp@aulaum.com.br

“Isso também passará”

Sem maiores delongas, e, entrando no clima, falaremos sobre imediatismo. Não era o tema que eu tinha em mente até me encontrar com meu melhor amigo, que está se organizando para estudar para concurso público. Ele ainda não se decidiu entre dois concursos muito diferentes entre si, cujos estudos não são sequer compatíveis, mas quer logo “seguir com a vida”. Resumindo bastante, marcamos um almoço para desabafos-conselhos-reclamações-risadas recíprocos (como é desde que nos conhecemos, há mais de dez anos).

Além dele, embora não se conheçam, uma amiga linda-querida e extremamente
dedicada e inteligente que tem as mesmas indagações e reflexões: por que parece que a vida não anda quando a gente estuda pra concurso (especialmente quando várias amigas suas se casaram / vão se casar ou estão explodindo na carreira – ou apenas tem uma carreira)?

No meio dos dois, estou eu. Com as mesmas angústias, as mesmas incertezas, a
mesma vontade de sentir que estou progredindo, crescendo e construindo meu futuro.Portanto, eu me pergunto, reverberando um questionamento que acredito ser de muitos: como lidar com a vontade de “resolver” a vida de uma hora pra outra, sem considerar desistir e sabendo que há inúmeros fatores que influenciam no resultado final, mas que não dependem de você? Sinceramente? Eu não sei. A ideia por trás do texto de hoje é justamente organizar as ideias na tentativa de encontrarmos, juntos, uma resposta.

Premissa: no fundo, sabemos que o caminho que escolhemos é árduo, longo e muito
(muito!) desafiador, inclusive psicologicamente. Penso então que um primeiro passo seja “estar num dia bom”, já que todos temos dias ruins e nada deve ser decidido / refletido neles, dentro do possível. Estando num dia bom, talvez seja legal recordarmos o motivo pelo qual começamos a estudar….acho que pode nos ajudar a seguir em frente, mesmo quando dá vontade de jogar todos os livros pela janela. Terceiro passo é mentalizarmos que chegaremos lá, com muita dedicação e foco. Aqui cabe um conselho, que dei para o meu amigo (embora eu
estivesse tão confusa quanto ele): entre aprovação no vestibular e formatura passam-se ao menos 5 anos, sem contar a prova da OAB. Quando optamos por Direito no longínquo vestibular de 2008, sabíamos que teríamos no mínimo meia década nos separando do objetivo final, que, simplificando, era nos tornarmos advogados…e isso não parecia um problema.
Tivemos paciência, tivemos pressa, quisemos que não passasse. O tempo passou. Somos advogados.

Acontece que (desculpa, “meu amigo”, mas é um fato que não mencionei no dia)
esmagadora parte de nossos amigos se formou em momentos próximos, nas mais diversas profissões…e aqui que existe o “hiato do concurseiro”, com todo o bom humor do mundo possível nessa reflexão. Amigas e amigos se casando e viajando para lugares paradisíacos, primos com casa própria, vizinhos da nossa idade com carro novo. Uma parcela de amigos com filhos. Outra tanta divorciada. No meu círculo de amigos concurseiros, não nos encaixamos em nenhum desses setores da população. Estamos solteiros ou namorando, sem carro ou com o
mesmo carro há milhões de anos, inúmeras pendências nos mais diversos setores da vida, sem filhos e sem casa própria, passando alegres finais de semana com o dinheiro contado com nossos amigos Pedro Lenza, Tartuce, Masson, Novelino e companhia (OBS: sei que há inúmeros concurseiros por esse Brasil com filhos, carros, casa própria….e muitas incertezas e inquietações, apenas não convivo com eles).

Mas, temos algo especial. Um sonho. Uma meta muito grande e decisiva em nossas
vidas, que deve ser enxergada a longo prazo, porque nem nosso sonho vai ser como imaginado o tempo todo. Sem imediatismos. Sem ilusões. Sem comparações (falamos delas também). E acredito que estamos no quarto passo: ver a vida como ela é, sabendo que cada um tem um caminho, um tempo, uma quantidade de perrengues a serem vividos e superados. Ame seu caminho, não só sua chegada. Queira ser você todos os dias de manhã, mesmo sabendo que isso vai demandar paciência, visão estratégica e muito autocontrole. Tenha em mente que você, assim como outras pessoas, pode desistir (e isso de forma alguma significa uma
fraqueza, apenas uma opção), mas não o faz.

Aliás, mais um conselho que a gente aprende com o passar dos anos…a grama do
vizinho pode parecer mais verde, mas nem sempre é. Todas as pessoas do mundo tem problemas, incertezas e fraquezas, que podem ou não estar relacionadas à profissão (como é o nosso caso). A vida não se resume à nossa profissão, então espero que possamos reconhecer como evoluímos em diversos outros aspectos, que possamos agradecer pela oportunidade de lutar pelo nosso sonho. Importante ainda é evitar o efeito dominó, quando imputamos tudo que não está dentro do planejado aos estudos para concurso público. É um pensamento autodestrutivo e nem uma panela muito grande cheia de brigadeiro vai reverter os efeitos. A
vida se ajeita no tempo certo, e não será sempre perfeita…ela nos surpreenderá, nos virará de cabeça pra baixo, nos abraçará…e assim seguiremos! Sempre juntos.

Escrevi muito hoje, mas esse tema tem sido uma constante nas minhas conversas. Ele merece. Espero que possa te encontrar em um bom momento. A dica prática de hoje vai ser rápida, prometo que no próximo texto inverterei o foco. Estejamos sempre atentos às Resoluções do CNMP. Elas são cobradas em provas e não são óbvias – digo, não é algo simples, que podemos gabaritar com “princípios do Direito” (o melhor advogado que conheço – e também o mais lindo – me ensinou essa “técnica” para aumentar minhas chances de acerto nas questões de prova que envolvem temas que nunca ouvi falar…precisamos estar preparados, certo?).

Se alguém tiver mais dicas de como superar o imediatismo nosso de cada, avise-me!

Boas aulas, bons estudos e até breve <3

“A estrada é sua, e somente sua. Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar
por você.”

Iniciamos a preparação para o concurso público com determinada bagagem: alguns
privilegiados estudaram em faculdades que propiciaram uma base mais sólida, outros estudam
de forma direcionada para concursos públicos desde os primeiros semestres do curso de
Direito, outros tantos começaram essa jornada depois de formados…porém, estamos todos
aqui, juntos, em busca da aprovação (contando com a super ajuda do Aula Um!).

Além dessa bagagem específica, as curvas de aprendizado e de evolução são
“personalíssimas”, assim como os métodos de estudo. Portanto, de nada adianta – mesmo –
nos compararmos cegamente com amigos de infância, colegas de faculdade, participantes de
grupos de whatsapp (às vezes totalmente desconhecidos) ou “concurseiros blogueiros”. São
dois os resultados possíveis: nos subestimarmos ou nos superestimarmos, até sem querer.
Evidentemente – lá vem a parte menos bonita, porque vivemos no mundo real –, não
podemos esquecer que é uma competição, e que fechar totalmente os olhos para os demais e
se deixar levar por padrões irreais não é uma boa escolha, afinal, a nota de corte de nossa
prova dependerá exclusivamente daqueles que se dispõem a realizá-la. Sejamos criteriosos e
bem cautelosos em nossas comparações.

O que realmente pode ajudar é comemorarmos as pequenas conquistas diárias,
indicadores que estamos no caminho certo, dando-nos mais ânimo para seguir em frente. Essa
“tática” me acompanha desde a época do vestibular, por isso posso afirmar que, para mim,
tem sido proveitosa.

Ainda sobre o binômio “bagagem + curva de aprendizado”, divido hoje algumas
dificuldades que vem se tornando singelas vitórias pessoais. Direito Constitucional é cobrado
de forma bem intensa nas provas do MPF (como Processo Penal e Direitos Humanos). São
também exigidas em média 10 questões sobre Direito Eleitoral, um número bem considerável.
Embora eu tenha cursado Direito Constitucional na faculdade em que me formei, acredito que
o conteúdo tenha sido ministrado de forma superficial, demandando um esforço extra de
minha parte. Além disso, não tive aulas de Direito Eleitoral, e, mesmo com as aulas do curso
preparatório, sofro um pouco para assimilar e decorar conceitos, prazos e regras.

Diante desse cenário, confesso que fiquei um pouco desesperada quando primeiro me
deparei com testes de provas passadas, já que eu “apenas” não entendia o que estava sendo
pedido. Com o avançar dos estudos, não só pude compreender o que estava sendo
demandado como acertar questões…ainda não me tornei uma expert nessas matérias, mas
afirmo com convicção que cada acerto representa uma pequena vitória pra mim, um passo em
direção ao objetivo final e um demonstrativo de que posso chegar lá. E acredito que devamos
enxergar a maratona dessa forma, a cada questão acertada, a cada página virada, a cada
capítulo lido, até enfim, a cada primeira fase superada e assim por diante.

O nosso caminho é composto por discretas e diárias conquistas, que nos levarão à
concretização de nossos sonhos (e isso não vale apenas para a preparação para concursos
públicos).

A dica prática de hoje é direcionada para quem se prepara para o prova do MPF: logo
na primeira fase (prova objetiva, composta por 120 testes) são exigidos posicionamentos de
autores específicos, em sua maioria membros ou ex-membros da instituição. Em Direito
Constitucional requer-se o conhecimento da obra de Daniel Sarmento e de Edilson Vitorelli
(este último sobre índios e quilombolas), em Direito Processual Penal, de Eugênio Pacelli e
Douglas Fischer, e, em Direitos Humanos, de André de Carvalho Ramos; além de artigos
esparsos com o mesmo viés e teses ventiladas em ações ajuizadas pela instituição
(especialmente pela PGR, como ADIs, ADCs e ADPFs). Não vou exaurir a bibliografia específica,
porque há diversos professores que já o fizeram com muito mais autoridade (e esse material é
facilmente encontrado na internet). Almejo, apenas, indicar o caminho e mostrar que essa
preferência existe e é extremamente relevante para a preparação para a prova do MPF.

Não conheço a fundo o formato de provas para MPs estaduais; deixo a palavra para
quem entende do assunto. O MPSP, porém, tem um modelo de prova objetiva bem diferente
do MPF, cobrando com mais ênfase letra de lei e jurisprudência (sem desconsiderarmos aqui
os temas de predileção dos examinadores e aqueles que representam a finalidade da
instituição e o dia-a- dia do Promotor de Justiça).

Portanto, acredite no seu método (se for preciso, ajuste-o), supere suas fraquezas,
valorize seus pontos fortes, e acima de tudo confie em você. Conte comigo e com o Aula Um,
sempre. <3

Boas aulas, bons estudos e até breve!

“It´s a new dawn, it´’s a new day, it´s a new life for me
And I´m feeling good”

“É um novo amanhecer, é um novo dia, é uma nova vida pra mim
E estou me sentindo bem”

Devo admitir que não fui totalmente transparente na minha primeira exposição. Quer dizer, o que vou compartilhar aqui estava nas entrelinhas, só que por ser um tanto quanto pessoal, achei melhor não expor naquele momento. Vi recentemente, porém, uma relevantíssima postagem no Instagram sobre saúde dos concurseiros, e interpretei como um sinal aberto para que eu trouxesse o assunto à tona. Como de costume, depois do “desabafo”, vem a dica da semana. Portanto, sintam-se absolutamente à vontade para pular direto para a segunda etapa desta coluna.

Além da questão vocacional, quando decidi sair do escritório de advocacia em que trabalhava, passava por um problema de saúde bem incômodo: enxaqueca crônica. Quem nunca teve uma enxaqueca pode pensar “ah, é só uma dor de cabeça. Tome um analgésico que passa”. Agradeço pelas pessoas extremamente sensíveis e compreensivas colocadas em meu caminho.

Lembro-me de ter crises de enxaqueca desde os meus 12 anos. Na época da faculdade, as dores se intensificaram e comecei a efetivamente tratá-las, com remédios de muitos efeitos colaterais. Esse tratamento se estendeu por bastante tempo, incluindo quando comecei a advogar, mas não foi eficiente, porque eu era frequentadora assídua de hospitais e deixei de aproveitar muitos momentos em razão da minhas dores.
Mudei de tratamento, fui melhorando aos poucos…e logo vi que algo estava errado, pois a enxaqueca, assim como todas as doenças que temos, reflete um aviso do nosso corpo de que precisamos rever conceitos. Fiquei alguns meses cuidando unicamente da minha saúde. Consultei-me com diversos médicos, das mais variadas práticas. Descobri o poder da meditação, da alimentação balanceada (não restritiva) e do exercício físico. E é aqui que concentro o ponto central da nossa conversa.

Para estudar, precisamos estar bem, tanto física quanto emocionalmente. Ficar sentado numa cadeira o dia todo muito provavelmente com o pescoço para baixo não é fácil. Lidar com as pequenos desafios do dia-a-dia (tópico de outro papo!) pode se tornar quase impossível e deveras desgastante. Vale o sábio ditado “Corpo são, mente sã”, não necessariamente nessa ordem.

Queridos leitores, cuidem de seus corpos para que as mentes de vocês trabalhem em seu ótimo, e vice-versa. Não estou dizendo aqui que precisamos brigar com a balança e com o espelho todo dia para parecermos “blogueiros fitness”, mas que precisamos usar o nosso corpo a nosso favor. Quando as dores aparecem, a vida fica mais difícil e o objetivo, mais distante.

Encontrem um momento na rotina para praticar atividade física! Caminhe, corra, dance, pratique uma arte marcial, pilates, yoga (minhas experiências) …só não fique parado. Invista em você, não se trata de tempo perdido, e sim de capacidade maximizada! E, quando o corpo pedir, em toda sua sabedoria, dê uma pausa de alguns instantes na rotina insana para respirar. Eu aprendi pela dor, espero com todo o meu coração que possa ajudá-los a fazê-lo pelo amor.

A dica de estudos de hoje é bem valiosa. Lembram-se que falamos sobre as teses institucionais na semana retrasada? Hoje exploro um pouco mais a questão da jurisprudência. Leiam, devorem, compreendam os informativos! Para tanto, cadastrem-se no push dos sites do STF e do STJ, assim vocês já os recebem logo quando liberados. Como estudamos juntos para o concurso do MP, leiam todo o informativo, com especial atenção àqueles temas que brilham mais aos olhos do nosso examinador (que também comentamos). Há excelentes sites comentando os julgados, sugiro o aproveitamento dessa ferramenta. Jurisprudência é bastante cobrada, temos que ficar atentos.

Percebi, depois de publicada nossa conversa anterior, que desejei “bons aulas”. Perdoem-me, foi a emoção. Portanto, agora sim: boas aulas, bons estudos e até breve!

“Acorde todos os dias com a certeza de que algo maravilhoso vai acontecer”.
Um quadro com essas palavras foi minha primeira aquisição ao decidir que iria me aventurar nessa árdua jornada de ser aprovada em um concurso público. Entendo que cada um de nós, concurseiros, escolhe esse caminho por um motivo, ou uma conjugação de vários deles, sempre buscando um futuro melhor ou a realização de um sonho. Acontece que – já pedindo perdão pela sinceridade – estudar para concurso público não é dos projetos de vida mais fáceis, e às vezes precisamos sim de algum artifício (ou alguém) que nos lembre que dias melhores nos aguardam.
Como é a minha primeira aparição no Aula Um, vou partilhar com vocês um pouco do que me levou a sair do escritório de advocacia no qual trabalhei e começar um novo caminho, na esperança de ajudar um ou outro que esteja passando (ou passou) por um momento decisivo, antes de partir para o tema principal desta coluna: a preparação para o concurso do Ministério Público.
Desde criança eu dizia que seria “igual à minha tia”, que já naquela época integrava os quadros do Ministério Público do Estado de São Paulo. O tempo passou, eu mudei de opinião e futura profissão muitas vezes…até que de fato ingressei na Faculdade de Direito. Estagiei no MPF, na área de Direito Tributário em um escritório e no MPSP. Descobri uma infinidade de caminhos, e dentre as diversas opções resolvi desbravar a advocacia. Atuei em Direito Concorrencial (assistam às aulas do Professor Fabio Nusdeo. Tive a honra de advogar ao seu lado e tenho a mais absoluta convicção de que ele só tem a acrescentar em nossas vidas – não apenas no aspecto profissional. Ainda, quando advogava, o Professor Vinícius Marques de Carvalho era Presidente do Cade, e foram muitas as lições que aprendi com ele, por isso, recomendo também que assistam às suas aulas) em um excelente escritório e fui feliz por quase 2 anos. Porém, no fundo, mesmo adorando a matéria, não me sentia realizada, e a “Fernandinha” me indicou o caminho, que hoje representa uma escolha madura, aliando o que acredito ser minha atual vocação a uma opção racional.
Imagino que muitos passem pela mesma situação. Não é fácil abrir mão de uma carreira (ou se desdobrar para estudar e trabalhar) para perseguir um outro ideal de vida, mas, eu garanto, mesmo com os percalços, você vai sentir no fundo do seu coração que fez a escolha certa. E esse é o combustível que vai te mostrar, todos os dias, o quanto vai valer a pena – para mim, já vale (nem sempre consigo ver com clareza, confesso. Vou, porém, deixar esse tema para outro dia). No meu caso, tenho aquele quadrinho e pessoas muito queridas que fazem as vezes de lembrete.
Para começar a estudar, são 3 os requisitos essenciais, na minha humilde opinião: (i) força de vontade, (ii) disciplina e (iii) superação. Concurso é maratona, como dizia meu “chefinho” do MPSP. É se cansar e mesmo assim persistir. É diminuir um pouco o passo se for necessário, e acelerar depois para não perder a constância e chegar inteiro ao final, sempre dando o melhor de si.
Vejo o estudo em 4 pilares: (i) conhecer a carreira e a instituição almejada a fundo, (ii) saber a lei seca, (iii) estar fortemente atento à jurisprudência dos tribunais superiores e (iv) ler doutrina, que não precisa ser muito aprofundada para uma primeira prova objetiva.
Para conhecer a carreira, acesse o site institucional e veja quais são os assuntos mais comentados, especialmente no caso do Ministério Público. Eles provavelmente representam grande parte da atuação da instituição e serão temas de predileção na nossa prova, que é notadamente voltada para matérias que compõem o dia-a-dia do Promotor de Justiça / Procurador da República. No site do MPSP e do MPF – os que acesso – é possível consultar as teses institucionais, cujo conhecimento é efetivamente exigido dos candidatos (na última prova objetiva do MPF, por exemplo, pelo menos uma questão inteira versava sobre as teses de uma das Câmaras de Coordenação e Revisão). Estar atento aos temas jurídicos atuais também é muito relevante, porque certamente o nosso examinador estará.
Não vislumbro essa coluna como um monólogo, portanto, deixem seus comentários. Vamos juntos buscar nossa aprovação, compartilhando experiências.
Bons aulas, bons estudos e até breve.

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